segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Terapia genética barra proliferação do HIV e traz expectativa para o tratamento da Aids sem antirretrovirais

Pesquisadores desenvolveram uma terapia genética experimental capaz de manter o HIV sob controle permanente - uma descoberta que pode ser um passo importante para a cura da aids. O estudo, divulgado pelo site da Veja, foi feito por cientistas da Sangamo BioSciences, companhia que está desenvolvendo o tratamento, e divulgado durante a Conferência de Interciência sobre Agentes Antimicrobianos e Quimioterapia, em Chicago.

A terapia genética funciona bloqueando o vírus fora dos linfócitos T CD4, que é o principal alvo do HIV e responsável por administrar o sistema imunológico para o controle de infecções. Dez pacientes que participaram do estudo estavam fazendo terapia antirretroviral quando o estudo começou. Após quatro semanas, seis deles fizeram uma pausa no tratamento - e pararam de tomar a medicação por 12 semanas.

A carga viral diminuiu em três dos seis pacientes. Um deles teve a carga reduzida a níveis indetectáveis. Os outros dois registraram uma queda de 10 vezes a circulação do vírus. "Estamos entusiasmados com os resultados desse estudo fase 1. Ter um paciente livre do vírus e outros dois com reduções significativas é incrível", disse Jeff Nichol, presidente-executivo da Sangamo BioSciences à revista New Scientist.

Pesquisa – Para o estudo, os cientistas tiraram sangue dos pacientes e isolaram os linfócitos CD4 e outros glóbulos brancos. Eles utilizaram uma `tesoura molecular` chamada dedo de zinco, uma proteína capaz de entrar nas células e sabotar o gene CCR5, que ajuda o HIV a entrar nas células. Não está claro qual o papel que o gene CCR5 desempenha normalmente, mas os especialistas sabem que as células conseguem sobreviver sem ele — e ainda conseguem ficar sem a infecção por HIV. Depois, essas células são devolvidas ao paciente, com o objetivo de que elas se multipliquem e forneçam uma fonte permanente de células saudáveis do sistema imunológico — bloqueando assim completamente o HIV.

A ligação entre o HIV e o gene CCR5 foi sugerida pela primeira vez em 1996. O conceito foi testado pela primeira vez na Alemanha, em 2006. Na ocasião, uma pessoa com leucemia e que também tinha aids recebeu um transplante de medula óssea. O transplante veio de uma pessoa que as células sanguíneas não produziam as proteínas CCR5. Segundo o acompanhamento médico, o paciente ficou livre de HIV até 2008.

Em geral, a maioria das pessoas têm duas cópias do gene CCR5 — uma da mãe e a outra do pai. O paciente que obteve o melhor resultado tinha uma cópia defeituosa do gene CCR5. O que, segundo os pesquisadores, pode explicar porque a terapia funcionou melhor nele do que nos outros. Edward Lanphier, chefe executivo da Sangamo, estimou, segundo à agência Reuters, que entre 5 e 10% dos pacientes HIV são portadores dessa mutação genética. Cerca de 33 milhões no mundo todo possuem o vírus HIV.

O segredo, segundo os pesquisadores, é tentar eliminar ambos os genes dessas células. Se apenas um for sabotado, as células ainda podem produzir a proteína CCR5 e permitir que o vírus invada o organismo. Ao ter o gene CCR5 duplamente sabotado, não há nenhuma chance do vírus entrar, acreditam os cientistas.

Fonte: Veja.com

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Prêmio construindo Igualdade de Gênero - 7º Concurso de Redações, Artigos Científicos e Projetos Pedagógicos

Quem é ela?
Autor: Jeorgea Scarlatt Waltrick
Escola de Educação Básica Professor Henrique da Silva Fontes
Rua Jacó Finardi, 1550
Bairro Canta Galo
Rio do Sul – SC
Fone: 47 35222017
Professoras Orientadoras: Angelita Dolzam Zelinski, Dagmar Giovanella,Vanessa Voigt de Andrade


Mulher, palavra simples, porém de grandeza em seu significado. Um ser frágil e ao mesmo tempo tão forte, que precisa de proteção, mas que sempre protege, que irradia beleza e amor, que está sempre presente, embora que muitas vezes, por circunstâncias reais se ausente, assumindo compromissos extras para garantir o conforto e a segurança dos que ama.
Este é o sexo frágil e de características marcantes. Se por um lado é dona de extrema sensualidade e de forte romantismo, também esbanja determinação e coragem, pois vira leoa quando o assunto é “filhos”.
No dia-a-dia, ela é a “dona do pedaço”, que desculpe a ala masculina, mas em muitos lares, ela é o chefe e sem perder o brilho e a sensibilidade. É fato e muito presente nos dias de hoje, casos de pais que abandonam a família por motivos diversos, enquanto que elas, as mães, assumem sozinhas, filhos, em muitos casos deficientes, casa, contas e dois empregos às vezes, para dar conta do recado e mesmo assim, dificilmente desistem do compromisso.
Profissionalmente, a mulher ocupa hoje, os mais variados setores, competindo de igual para igual com muitos homens, sendo na economia, política, educação ou em outras áreas. Prova disso é a nossa Presidenta, que as representa muito bem.
Entretanto, é importante lembrar que a mulher vem lutando há muito tempo por seu espaço profissional, não deixando de ser mãe e dona-de-casa, acumulando tarefas e responsabilidades e consequentemente, gerando conflitos e desestruturando a família enquanto grupo social. Por mais que a mulher seja considerada “sexo frágil”, é basicamente competente, ocupando espaços, onde, no passado mulher alguma conseguiria, mais a mulher é guerreira e hoje é o centro da família.
Sabe-se que toda mudança gera consequências, tanto positivas quanto negativas. É preciso encontrar equilíbrio e estabelecer parcerias, homem/mulher, pois ambos se completam, garantindo uma sociedade justa, com igualdade de condições e de oportunidades.
O tema “igualdade entre mulheres e homens na sociedade brasileira” nos remete a refletir sobre inúmeras questões como, a trajetória histórica da opressão e submissão feminina, o fato de que em alguns setores a mulher ainda é vista com preconceito e que brancas e negras nem sempre tiveram igualdade de oportunidades.
Estes, entre outros muitos questionamentos são, sem dúvida, excelentes temas para discussão.
A verdade é que a mulher sempre foi vítima da opressão e da submissão, quando sempre ocupou de forma restrita a vida em sociedade, inclusive sem acesso a oportunidades de educação.
Por isso, para que haja realmente superação da história de desigualdade entre homens e mulheres é necessário a participação de todos, principalmente na educação, preparando as crianças para uma nova e mais justa realidade.
Quando se fala em igualdade não significa negar diferenças óbvias, porém reconhecer, como já foi dito anteriormente, que seus papéis no lar e na sociedade se complementam e é aí que está o equilíbrio. Homem e mulher se respeitando profissionalmente e com as mesmas oportunidades, trabalhando e pensando juntos na educação dos filhos.
É preciso criar condições na sociedade de participação igual e total das mulheres, inclusive nas importantes tomadas de decisões que envolvem o mundo, como nas leis e na política.
Quem sabe não virá da participação feminina a conquista da paz, de igualdade de condições sociais e o fim das guerras.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Programa Ato

Muito Interessante!

Acesse: www.programa-ato.com.br

Programa de Atenção e Orientação a Saúde Sexual e Reprodutiva.